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07 04 Poscardio A UFRJ abriu inscrições NoticiaA Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) está com inscrições abertas para o 1º Concurso de Soluções Inovadoras – Prêmio Engaja UFRJ, que vai premiar propostas desenvolvidas pela própria comunidade universitária para enfrentar desafios reais da instituição. As inscrições começaram no dia 16/3 e seguem até 15/5/2026, por meio de formulário eletrônico disponível no site da Pró-Reitoria de Gestão e Governança (PR-6).

O concurso vai selecionar até dez iniciativas, cada uma com premiação de R$ 10 mil, além de certificado, inclusão no Banco de Soluções da PR-6 e possibilidade de implementação por meio de compras públicas para inovação (CPSI). A proposta é transformar ideias em soluções aplicáveis no cotidiano da Universidade, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida nos campi e para a modernização da gestão institucional.

Podem participar docentes, estudantes, técnicos-administrativos, pesquisadores visitantes, integrantes de startups vinculadas à UFRJ e outros profissionais ligados à instituição, individualmente ou em equipes de até cinco pessoas. As propostas serão avaliadas com base em critérios como potencial de inovação, impacto social, viabilidade, escalabilidade e uso eficiente de recursos, em um processo estruturado em diferentes etapas, incluindo avaliação técnica e apresentação final.

Os desafios propostos abrangem sete áreas estratégicas para a Universidade: segurança nos campi, acessibilidade, mobilidade, conectividade e telecomunicações, gestão de resíduos, alimentação coletiva sustentável e uso eficiente de água e energia. Esses temas, destacados também no material de divulgação do concurso, refletem questões diretamente ligadas à permanência estudantil, à eficiência administrativa e à sustentabilidade institucional.

Segundo o pró-reitor de Gestão e Governança, Fernando Peregrino, a iniciativa representa uma mudança de paradigma na forma como a Universidade enfrenta seus próprios desafios. Em vez de apenas adquirir soluções já existentes no mercado, a UFRJ passa a mobilizar sua capacidade científica e tecnológica para desenvolver respostas internas, alinhando pesquisa, gestão e inovação. “Trata-se de transformar despesa em estratégia e fazer da própria Universidade um espaço de experimentação e solução — um verdadeiro laboratório vivo”, afirmou Peregrino.

Inspirada em experiências de universidades internacionais, mas com caráter pioneiro no Brasil, a iniciativa busca estruturar uma política institucional de inovação voltada para dentro da própria UFRJ. A proposta é fortalecer o papel da instituição não apenas como produtora de conhecimento para a sociedade, mas também como agente ativo na resolução de seus próprios desafios, com potencial de se tornar referência para outras instituições públicas de ensino superior.

Fonte: Conexão UFRJ

18 03 Poscardio CNPQ institui NotíciaO Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) instituiu a nova Política de Integridade na Atividade Científica, reforçando o compromisso da agência com a ética, a transparência e as boas práticas na pesquisa científica. A medida foi aprovada pela Diretoria Executiva do órgão e estabelece diretrizes para promover um ambiente científico mais íntegro, plural, inclusivo e responsável.

A nova política tem como finalidade garantir a integridade das atividades científicas apoiadas pelo CNPq, com base em ações de educação, prevenção, apuração e sanção. Entre seus principais objetivos estão a promoção da ética na atividade científica, a transparência nas decisões institucionais e avaliações de mérito, a prevenção de conflitos de interesse e o fortalecimento da qualidade das informações em todas as etapas dos projetos de pesquisa.

A regulamentação se aplica a um amplo conjunto de agentes vinculados ao sistema científico apoiado pelo CNPq, incluindo proponentes, bolsistas, beneficiários de fomento, usuários de plataformas como o Currículo Lattes e a Plataforma Carlos Chagas, além de membros de comitês de assessoramento, consultores ad hoc, servidores e instituições parceiras.

O texto também estabelece definições formais para situações como plágio, autoplágio, falsificação, fabricação de dados, discriminação, assédio, conflito de interesses, nepotismo e publicação científica fragmentada, criando parâmetros mais claros para prevenção e responsabilização em casos de má conduta.

Outro destaque da política é a criação de um Código de Boas Práticas Científicas, baseado em princípios como honestidade intelectual, responsabilidade em todas as fases da pesquisa, veracidade na autoria e nos créditos científicos, respeito à diversidade, inclusão, justiça social, racial e de gênero, além do zelo com a segurança e a integridade dos dados e processos científicos.

Entre os deveres previstos para pesquisadores, bolsistas e usuários dos sistemas do CNPq está a obrigação de manter dados verídicos e atualizados no Currículo Lattes, bem como respeitar as normas da agência relativas à concessão de bolsas e auxílios, incluindo a comunicação de afastamentos, intercorrências e dificuldades na execução da pesquisa.

A política também traz orientações específicas sobre o uso de Inteligência Artificial Generativa (IAG) na pesquisa científica. O normativo determina que o uso dessas ferramentas deve ser declarado de forma explícita, desde a concepção até a redação e análise dos dados, e veda a submissão de conteúdo gerado por IA como se fosse de autoria humana, atribuindo aos autores total responsabilidade sobre o conteúdo final.

No campo da publicação científica, o documento reforça princípios como citação adequada de fontes, transparência sobre versões anteriores de trabalhos, prevenção ao autoplágio, definição clara de autoria, proibição de compra e venda de autoria e rejeição a práticas editoriais fraudulentas ou predatórias.

Para apoiar a implementação da política, o CNPq criou a Comissão de Integridade na Atividade Científica (CIAC), órgão responsável por promover ações educativas, analisar suspeitas, apurar denúncias e deliberar sobre desvios de integridade na atividade científica. As denúncias deverão ser formalizadas por meio da Ouvidoria do CNPq, via plataforma Fala.BR, e os processos tramitarão sob sigilo, com garantia de ampla defesa e contraditório.

A política ainda estabelece um conjunto de infrações leves, graves e gravíssimas, com previsão de sanções que vão desde advertência formal até suspensão de bolsas, impedimento de participação em editais, devolução de recursos, revogação de outorgas e até suspensão temporária do Currículo Lattes, conforme a gravidade da conduta.

Com a nova regulamentação, o CNPq reforça seu papel na promoção de uma cultura científica pautada pela qualidade, confiabilidade, responsabilidade institucional e respeito às normas éticas, contribuindo para o fortalecimento da pesquisa e da inovação no Brasil.

Fonte: CNPJ 

 

13 03 Poscardio Estão abertas as inscrições NoticiaA Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) anunciou o lançamento do Programa Bolsa Nota 10 Mestrado e Doutorado – 2026 (Edital FAPERJ nº 04/2026). A iniciativa tem como objetivo incentivar a excelência acadêmica e apoiar a formação de recursos humanos altamente qualificados no estado, por meio da concessão de bolsas a estudantes regularmente matriculados em programas de pós-graduação stricto sensu sediados no Rio de Janeiro.

O programa é destinado a estudantes de programas avaliados com conceitos 5, 6 ou 7 pela CAPES, reconhecendo o desempenho acadêmico de destaque e incentivando a dedicação às atividades de pesquisa e formação avançada.

Além de promover a excelência na formação científica, o Programa Bolsa Nota 10 contribui para a consolidação do sistema de ciência, tecnologia e inovação do estado do Rio de Janeiro, ao apoiar estudantes com elevado potencial científico e estimular o desenvolvimento de pesquisas de alta qualidade.

Nesta edição, o programa prevê a concessão de 346 bolsas de mestrado e 276 bolsas de doutorado, destinadas a estudantes indicados por seus respectivos programas de pós-graduação com base no desempenho acadêmico e potencial científico.

Segundo a presidente da FAPERJ, Caroline Alves, o edital reafirma o compromisso da Fundação com a valorização do mérito acadêmico. “O Bolsa Nota 10 é um reconhecimento ao talento e à dedicação dos nossos estudantes de pós-graduação. Ao investir na formação de mestres e doutores de excelência, estamos fortalecendo a base científica do estado e preparando profissionais capazes de gerar inovação e desenvolvimento para a sociedade”, destacou.

Caroline também ressaltou o impacto estratégico da iniciativa. “Apoiar programas avaliados com conceitos elevados pela CAPES significa estimular a qualidade, a competitividade e a produção científica de alto nível no Rio de Janeiro. Trata-se de um investimento direto no futuro da ciência fluminense”, afirmou.

O edital prevê duas entradas ao longo do ano de 2026, correspondentes ao primeiro e ao segundo semestre, permitindo que os programas de pós-graduação indiquem candidatos em diferentes momentos do calendário acadêmico.

As propostas deverão ser submetidas pelas instituições responsáveis por meio do sistema SisFAPERJ, conforme os cronogramas estabelecidos no edital. O resultado final da primeira cota está previsto para divulgação a partir de maio de 2026, enquanto o resultado da segunda cota deverá ser divulgado a partir de setembro de 2026.

A iniciativa reforça o compromisso da FAPERJ com o fortalecimento da pesquisa científica, a formação de novos pesquisadores e o desenvolvimento do conhecimento no estado do Rio de Janeiro.

Fonte: FAPERJ

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