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Métodos de Investigação em Doenças Cardiovasculares

Cardiologia Nuclear

 

Posição prona e cintilografia miocárdica de perfusão em mulheres com suspeita de doença arterial coronariana

 

Valor prognóstico da resposta anormal da frequencia cardíaca ao estresse farmacológico com dipiridamol

 

Avaliação da prevalência e preditores de dissincronismo intraventricular esquerdo, em pacientes submetidos à análise de fase da cintilografia miocárdica de perfusão com gated-spect

 

O valor prognóstico da cintilografia de perfusão miocárdica em pacientes assintomáticos pós-intervenção coronariana percutânea

 

Comparação de novo escore de risco sexo-específico para teste ergométrico com a presença de alteração em cintilografia de perfusão miocárdica

Introdução: As doenças cardiovasculares continuam a ser a principal causa de mortalidade no Brasil e no mundo, sendo a doença isquêmica do coração a que tem a maior importância nas estatísticas globais. Por conta disso, a detecção daqueles pacientes de risco mais alto é fundamental para que se iniciem medidas mais agressivas na tentativa de se evitar eventos coronarianos graves. Para complementar o julgamento clínico e os escores de risco, podemos lançar mão da utilização de testes não-invasivos de estratificação de doença coronariana. Dois exemplos disso são o teste ergométrico e a cintilografia de perfusão miocárdica, que já demonstraram capacidade de dar informações importantes sobre o prognóstico desses pacientes, aumentando o poder de identificação daqueles sob maior risco.

Na ergometria, o Escore de Duke (DTS) vem sendo utilizado desde 1987 como ferramenta para se acessar o prognóstico, no entanto, há incertezas em relação a ele. Primeiramente, o fato de ter sido desenvolvido em uma população basicamente masculina de meia-idade, faz com que tenhamos algumas dúvidas relacionadas a sua capacidade de estratificar o risco em populações mais heterogêneas e, principalmente em mulheres. Em segundo lugar, apenas a duração do teste, o infra-desnivelamento do segmento ST e a dor torácica induzida pelo esforço são utilizados, quando sabemos que outras variáveis do exercício também estão relacionadas ao prognóstico, além de variáveis clínicas que o afetam diretamente. Por último, a perda da capacidade de discriminar prognóstico com maior exatidão naqueles pacientes alocados na categoria de risco moderado.

O Escore Clínico e de Exercício Sexo-Especifico criado por Cremer & cols. levou em consideração a prevalência e o impacto de comorbidades e as variáveis do exercício existentes entre os sexos para desenvolver sua análise. Ele foi calculado atribuindo-se pontuações às variáveis, de acordo com seu grau de associação com mortalidade por todas as causas, identificadas nas análises estatísticas.

O novo escore foi comparado ao DTS, e mostrou boa capacidade de discriminação e calibração para estimar mortalidade nas coortes em que foi utilizado. A sua grande vantagem é a melhor capacidade de identificar pacientes de alto risco, com maior probabilidade de eventos, além de levar em conta as diferenças existentes entre os sexos.

O trabalho original não incluiu os dados de imagem obtidos em conjunto com o teste ergométrico. Sabemos que o valor prognóstico a longo prazo da cintilografia de perfusão miocárdica (CPM) com estresse é bem estabelecido. Um exame anormal indica aumento no risco de eventos adversos cardiovasculares maiores. Por isso, se faz necessária a correlação entre os achados do novo escore e a presença de alteração isquêmica nos métodos de imagem.

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